29.7.13

Bela. Sempre bela.

Continua bela. Os olhos, O sorriso, Os gostos. Continuam.

Uma breve mensagem dizendo "Olá!" ou algo mais simples. Seria um bom dia, uma boa noite. Algo não esperado (sem esperanças) por mim.

Continua bela, não deixará de ser.

Que não isso não morra, minha amiga. Não deixemos isso. Já não deixamos mesmo.

Terá minhas mãos e todo o meu cuidado para lhe receber.

A Cavalleria Rusticana me fez querer escrever agora. Sempre escuto. Música e sua imagem sempre me trouxeram até aqui. Sempre. Agora Nimrod. Sempre.





19.7.13

Tempo.

Não era nosso tempo. Não era mesmo. Não eramos para sermos.


Como termina? Não sei. Você não sabe. 


Estamos próximos? Sabemos que sim. E isso (não) nos mantêm atados.





















Ainda há o desejo. E não depois de tudo.

27.5.13

Entrega, luz, espera.

Sou sempre o primeiro a se entregar, e sempre o último a apagar a luz.
Entretanto, houve uma vez que uma pessoa já esperava pelo meu primeiro olhar.
Essa é a única luz a esperar que eu a apague.

13.3.13

Sem título.

A intensidade foi se tornando palavras amigáveis e educadas.
Havia sim educação antes. Mas era uma deferência a quem se tem admiração.
E de tão educadas, tornara-se um diálogo entre ainda desconhecidos que não iriam se ver mais.

Palavras complicadas e períodos confusos e sutilezas em demasia? São recursos de quem pouco vive.

notas de um dia de cão. esse é o nome do livro. um livro a duas mãos.